
O que “Marley&Eu” me ensinou...
É interessante perceber o quanto podemos aprender com coisas simples, banais e inesperadas. Neste final de semana assisti mais uma vez o filme “Marley&Eu”, uma história simples, um filme que não tem grandes acontecimentos, mas que trata das coisas simples da vida. Da primeira vez que assisti me emocionei com o final e pronto. Por isso gosto de assistir pelo menos duas vezes a cada filme. Na primeira assisto pela expectativa e na segunda procuro me distanciar e ver o que posso aprender com ele.
Nessa segunda olhada ao “Marley”, o que percebi é que o filme fala, além das coisas simples da vida, que realmente importam, de “escolhas”. E a vida é assim, é baseada em escolhas. A gente vai tomando decisões e trilhando nossos caminhos. Às vezes tomamos decisões racionais, contrárias aos nossos sonhos, mas decisões que precisam ser tomadas. Ao mesmo tempo em que em alguns momentos somos emoção pura e agimos com o coração.
Nós vamos trilhando nossos caminhos tomando decisões mais fáceis ou difíceis... Acertando e errando. Não temos uma bola de cristal que nos permita ver o resultado das nossas escolhas. Simplesmente temos que apostar e pagar para ver. Como no filme em que o dono do Marley opta pelo bem-estar da família ao invés da carreira profissional que sempre sonhou, ele em alguns momentos se arrepende e que dar uma reviravolta... Mas no final ele percebe que fez a escolha certa. Assim somos nós. Ás vezes chegamos a duvidar das nossas escolhas, mas vale a pena esperar mais um pouco e ver o resultado final.
Eu, você, nem sempre acertamos é bem verdade. Quem não fez escolhas erradas na vida? Não importa, o mais importante disso tudo é que a gente possa refletir sobre nossas escolhas e aprender com elas, especialmente com as que deram errado. Afinal de contas, não temos obrigação nenhuma de acertar sempre. Não dá para voltar atrás, mas é possível reconhecer o erro e tentar fazer melhor sempre, todos os dias.
Por isso, a escolha é sempre um momento difícil, pois temos 50% de chance de acerto e 50% de erro. E não temos como prever como será o resultado final. É apostar e pagar para ver. E precisamos estar dispostos a isso. Não dá para viver a vida de forma que as coisas aconteçam sem que nós sejamos responsáveis por elas, sem que sejamos sujeitos de nossas histórias. É preferível uma escolha errada do que assumir o que nos impuseram. Prefiro errar mil vezes por minha conta própria do que acertar pela opinião dos outros.
É bom quando assistimos a um filme e conseguimos nos divertir, pensar, refletir... É bom que a gente esteja com os olhos bem abertos para o mundo e que consigamos perceber o que está por detrás da primeira impressão. Isso foi o que “Marley&Eu” me ensinou. (Ah, claro que nas duas vezes que assisti ao filme chorei no final, o que, provavelmente vai acontecer em todas às vezes que eu assistir...)
É interessante perceber o quanto podemos aprender com coisas simples, banais e inesperadas. Neste final de semana assisti mais uma vez o filme “Marley&Eu”, uma história simples, um filme que não tem grandes acontecimentos, mas que trata das coisas simples da vida. Da primeira vez que assisti me emocionei com o final e pronto. Por isso gosto de assistir pelo menos duas vezes a cada filme. Na primeira assisto pela expectativa e na segunda procuro me distanciar e ver o que posso aprender com ele.
Nessa segunda olhada ao “Marley”, o que percebi é que o filme fala, além das coisas simples da vida, que realmente importam, de “escolhas”. E a vida é assim, é baseada em escolhas. A gente vai tomando decisões e trilhando nossos caminhos. Às vezes tomamos decisões racionais, contrárias aos nossos sonhos, mas decisões que precisam ser tomadas. Ao mesmo tempo em que em alguns momentos somos emoção pura e agimos com o coração.
Nós vamos trilhando nossos caminhos tomando decisões mais fáceis ou difíceis... Acertando e errando. Não temos uma bola de cristal que nos permita ver o resultado das nossas escolhas. Simplesmente temos que apostar e pagar para ver. Como no filme em que o dono do Marley opta pelo bem-estar da família ao invés da carreira profissional que sempre sonhou, ele em alguns momentos se arrepende e que dar uma reviravolta... Mas no final ele percebe que fez a escolha certa. Assim somos nós. Ás vezes chegamos a duvidar das nossas escolhas, mas vale a pena esperar mais um pouco e ver o resultado final.
Eu, você, nem sempre acertamos é bem verdade. Quem não fez escolhas erradas na vida? Não importa, o mais importante disso tudo é que a gente possa refletir sobre nossas escolhas e aprender com elas, especialmente com as que deram errado. Afinal de contas, não temos obrigação nenhuma de acertar sempre. Não dá para voltar atrás, mas é possível reconhecer o erro e tentar fazer melhor sempre, todos os dias.
Por isso, a escolha é sempre um momento difícil, pois temos 50% de chance de acerto e 50% de erro. E não temos como prever como será o resultado final. É apostar e pagar para ver. E precisamos estar dispostos a isso. Não dá para viver a vida de forma que as coisas aconteçam sem que nós sejamos responsáveis por elas, sem que sejamos sujeitos de nossas histórias. É preferível uma escolha errada do que assumir o que nos impuseram. Prefiro errar mil vezes por minha conta própria do que acertar pela opinião dos outros.
É bom quando assistimos a um filme e conseguimos nos divertir, pensar, refletir... É bom que a gente esteja com os olhos bem abertos para o mundo e que consigamos perceber o que está por detrás da primeira impressão. Isso foi o que “Marley&Eu” me ensinou. (Ah, claro que nas duas vezes que assisti ao filme chorei no final, o que, provavelmente vai acontecer em todas às vezes que eu assistir...)
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