
Às vezes sou vento, às vezes sou chuva, às vezes sou feliz, às vezes sou triste.
Tem dias que sou desespero, em outros sou esperança.
Tem horas que vibro em outras me fecho.
Sou tantas, sinto tanto, que às vezes esqueço quem sou e o que de fato sinto.
Sou jovem, adulta, idosa, criança.
Sou viva, sou forte, guerreira, determinada.
Mas também sou só, perdida, derrotada, acabada...
E nessa intensa e eterna metamorfose, sou eu, Terezinha, Tere, Tereka, Mana, Dinda, amiga, irmã, inimiga, filha, mulher, educadora, substituta, coordenadora, escritora, sonhadora... simplesmente mulher e assim sendo, me reinvento a cada instante.
Tem dias que sou desespero, em outros sou esperança.
Tem horas que vibro em outras me fecho.
Sou tantas, sinto tanto, que às vezes esqueço quem sou e o que de fato sinto.
Sou jovem, adulta, idosa, criança.
Sou viva, sou forte, guerreira, determinada.
Mas também sou só, perdida, derrotada, acabada...
E nessa intensa e eterna metamorfose, sou eu, Terezinha, Tere, Tereka, Mana, Dinda, amiga, irmã, inimiga, filha, mulher, educadora, substituta, coordenadora, escritora, sonhadora... simplesmente mulher e assim sendo, me reinvento a cada instante.
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